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Campanha de combate ao câncer de mama ilumina Congresso de rosa.


Congresso ganha iluminação especial em homenagem ao Outubro Rosa, campanha de combate ao câncer de mama (Foto: Viola Junior/Ag.Câmara)Congresso ganha iluminação especial em homenagem ao Outubro Rosa, campanha de combate ao câncer de mama (Foto: Viola Junior/Ag.Câmara)

Segundo governo, aumentou em 37% o número de mamografias em 2012.
Renan Calheiros anunciou votação de projetos que tratam do assunto.

O Congresso Nacional inaugurou nesta terça-feira (1º) a iluminação de seu edifício principal em apoio ao “Outubro Rosa”, movimento mundial pela conscientização do combate ao câncer de mama. Ao longo de toda a Esplanada dos Ministérios, alguns dos principais edifícios públicos de Brasília, como o Palácio do Planalto e o Ministério da Saúde, receberam iluminação cor rosa.
No Congresso, houve cerimônia com a participação do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do presidente em exercício da Câmara, André Vargas (PT-PR). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também participou do evento. Um grupo de percussão formado exclusivamente por mulheres se apresentou na rampa de acesso ao prédio principal do Congresso.
O câncer de mama é a segunda causa de morte entre mulheres no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, somente em 2011, a doença fez 13.225 vítimas no país.
“É importante fazer o diagnóstico antes que qualquer sinal ou sintoma apareça, porque aí a chance de cura é melhor, a cirurgia tem resultado melhor e a possibilidade de tratamento será muito melhor”, disse Alexandre Padilha durante a abertura do Outubro Rosa no Congresso.

O ministro informou que aumentou em 37% o número de mamografias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2012. Segundo o ministério, foram 2,1 milhões de procedimentos realizados no ano passado, contra 1,5 milhão em 2011.
Na manhã desta terça, Renan Calheiros anunciou que colocará em votação no Senado projetos que tratam do combate ao câncer de mama. Das propostas que serão priorizadas, estão o projeto de lei que prevê o acesso às políticas de prevenção, detecção e tratamento desse tipo de câncer por portadoras de deficiência e a proposta que determina a inclusão de medicamento de uso oral contra o câncer nas coberturas obrigatórias dos planos de saúde.

“De nossa parte, temos empreendido esforços para que esse mal seja combatido e as suas sequelas sejam minimizadas”, disse Renan.
Felipe NériDo G1, em Brasília
FONTE: G1

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